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Foi em julho de 2019. Há cinco anos atrás saia o terceiro e idealizado-para-ser o último número de Amplitude. E da terceira para a segunda edição, o lapso fora já de três anos. Como um editor pode explicar uma periodicidade assim? Me ajude, amigo leitor!
Cara de pau por cara de pau, deixe-me replicar um trecho de minhas desculpas pelo enorme hiato entre a segunda e a terceira edições, citando a mim mesmo:
Neste tempo, pude dedicar-me, além dos compromissos acadêmicos, à edição de diversos livros e recursos em serviço da igreja e da Literatura, e à manutenção religiosa dos blogs de serviço.
Sim, nestes anos todos não cessamos de produzir livros e recursos, tanto enquanto autor, quanto como organizador e editor (dê uma olhada em nossa biblioteca de recursos gratuitos, AQUI ). Mas nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. E a verdade é que editar uma revista — ainda mais uma com as propostas de Amplitude — é trabalheira de assustar até a um editor já meio calejado. Por isso seu irregular avanço e eventual queda — queda não, tropeço — para o prático, embora doloroso, abandono.
No entanto, compreendemos por fim que Amplitude precisava viver. Mas as dificuldades permaneciam as mesmas; assim, como recolocá-la em sua jornada? A solução encontrada foi retomar as atividades entregando ao leitor uma revista mais enxuta, embora mantendo boa parte das seções que ditaram o estilo da publicação. Opa, na verdade criamos até novas seções, como a de Games ou a Pharmacia.
Com a retomada, inauguramos também a chamada para publicação, abrindo espaço para que autores submetam suas obras para a seleção e eventual veiculação na revista.
Amplitude é uma revista de posição e cosmovisão declaradamente protestante; no entanto, somos amplos em nossa irmanação criativa com nossos co-navegantes do mistério do Deus de Abraão, Isaque e Jacó: Cristãos de todas as vertentes podem ser lidos em Amplitude. Nesta edição, temos poesia e contos, crônicas e artigos, quadrinhos, resenhas de livros e até de games para refrigerar nossas almas.
O trabalho de Amplitude é fruto e consequência de um esforço de divulgação e promoção literárias iniciado no já longínquo ano de 2006, com o blog Poesia Evangélica. Até hoje, o blog já publicou em torno de 700 autores, desde iniciantes a grandes nomes do protestantismo brasileiro e mundial — alguns, de quem você jamais imaginaria terem escrito poemas. E o blog segue a todo vapor, com postagens a cada dez dias, em média. Não deixe de visitá-lo: www.poesiaevanglica.blogspot.com .
No mais, tenha uma boa leitura, e compartilhe esta revista com quantos você puder.
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Número 5 - Volume 1 - JAN 2025
Janeiro de 2025: temos já 1/4 de século XXI transcorrido, desterrados em meio à virtualização de tudo — homens, objetos, lugares, logo animais — ; enquanto a crise climática solapa todas as latitudes da Terra, a ameaça de uma nova Grande Guerra, com iniciais assim mesmo, em maiúsculas, ruge no horizonte. Em meio ao caos, ulula a antiga promessa, com cada vez mais potência, urgência, certeza: ELE vem!
Chegamos à nosso quinto número, e agora contamos com ISSN (International Standard Serial Number), o código internacional que demarca as publicações seriadas.
Nesta edição, Amplitude traz contos de Ageu Magalhães, Eduardo Eiji Araki, Jorge F. Isah, Lucas Roberto, Paul Flucke e Tiago Lyra de Carvalho.
Na seção Poeta em Destaque, a voz da vez é a de Luiz Guilherme Libório, paulistano radicado nas Minas Gerais e que, do alto de seus 30 anos, tem entregado uma muito boa literatura – ensaios, estudos, romance – cujo destaque é a poesia.
Em Jardim dos Clássicos, a poesia da maior família de romancistas da literatura, as irmãs Brontë.
Falamos também sobre duas revistas que, cada qual à sua maneira, têm aberto espaço para a literatura cristã, a De Higgs e a Bulunga.
Rememoramos o projeto Águas Vivas, coleção antológica que celebrou, em seus cinco volumes, a obra de poetas evangélicos contemporâneos. E publicamos uma seleção de poemas de cada volume da antologia.
Em Hot Spots, um pouco da sabedoria desconcertante de Liev Tolstoi.
No mais, as seções tradicionais aqui estão: Parlatorium, Pharmacia, HQ, Galeria, Games e Notas Culturais.
Compartilhe esta revista, docemente gratuita, com quantos você puder.
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Meados de 2025: AMPLITUDE chega a seu sexto número, pela graça de Deus. Sim, apenas o sexto número, mas esta revista está fazendo sólidos dez anos. Foi no ano (pacífico, olhando de agora) de 2015 que nosso primeiro número chegava às tribunas virtuais.
Neste número, como se diz no hodierno jargão futebolístico, "a base vem forte": ficção e poesia, bases, lajes e pilares desta revista, entram em campo com uma seleção especialmente de peso, potente de autores do norte ao sul, do nadir ao zênite do Brasil. E até de Portugal e Moçambique.
As seções que o leitor tem aprendido a amar estão aqui, com acréscimos e ausências, que fazem parte do jogo.
Não apenas divulgar, mas estimular a produção artística é um de nossos motivos. Na página 12, temos o artigo O Credo de Um Artista, onde Jason Harms, apesar de seu empenho assaz puritano (calma, você não precisa concordar com tudo), oferece bons tópicos de reflexão e adesão para colocarmos Deus no centro de nossa produção criativa. No embalo, o artigo 12 Passos para ser criativo (pág. 27) dá excelentes — e simples — dicas que entregam o que prometem.
Em Jardim dos Clássicos, um conto de um clássico até que bem recente, o escritor e imortal da ABL Orígenes Lessa.
Temos crônica daquele que muitos consideram nosso maior poeta evangélico, Gióia Júnior, falando sobre aquele que ele, Gióia, considera o maior poeta brasileiro.
A revista abre com um papo sobre o trabalho editorial que realizamos no ministério Veredas Missionárias. Em nosso entendimento, não há como ser cristão (seja indivíduo, família, igreja, denominação, nação) sem ser missionário. Estamos aqui a trabalho, um trabalho penoso e simples, levar o Evangelho até o último povo, língua e nação. O mais que escapa ou bordeja esta prerrogativa é passeio ou tergiversação, ou, quando muito, ensaio. Assim, seguindo e ampliando uma iniciativa que começou em nossa última edição, veiculamos aqui gratuitamente (e mesmo à revelia) anúncios sobre empresas, pessoas e serviços que contribuem de forma direta com a causa missionária. Se este é o seu caso, entre em contato e nos traga sua história, que no próximo número você poderá aqui figurar.
Em tempo, pois há tempo: O leitor perspicaz perceberá opiniões (políticas, teológicas, cosmovisionais) díspares ao longo dos textos de AMPLITUDE. Veículo plural, as opiniões dos autores não refletem necessariamente a opinião da revista (sei que é ridículo ter que dizer isso, mas até a The New Yorker, a Granta e a The Paris Review o fazem. Pobres de nós).
Editarmos sozinhos uma revista como esta, com tantos textos, tantas seções, tantas especializações, é estafante. Mas o resultado gratifica: A literatura, e mais, o conhecimento, dom de Deus, celebra sua pequena e cordata festa, da qual você, leitor, é um convidado de honra. O Cordeiro é digno!
Por favor, não apenas leia, mas compartilhe esta revista gratuita, que existe para entreter, edificar e desmistificar vidas.
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AMPLITUDE aqui está, firme em seu papel de resgatar, promover, divulgar e viver a literatura cristã em toda a sua vivacidade, singularidade e fortuna.
Neste número, a razão de ser de Amplitude se apresenta em toda a sua força: a poesia e a prosa de ficção ocupam a quase totalidade de nossas cinquenta e nove páginas.
Por sinal, este é um número eminentemente poético: São nada menos que dezenove páginas de poesia.
Nos contos, temos a presença de nomes como Joanyr de Oliveira, Rute Salviano Almeida e o norte-americano Walter Wangerin Jr., que somam-se a Eber Rocha, Seles Gonçalves, Valnei Nascimento da Silva e este que vos escreve.
Abrimos este número com um artigo especial, uma conversa sobre a autopublicação, com dicas práticas e links de interesse.
Falando em especial, fizemos um apanhado de poemas da literatura universal sobre (a Parábola d)o Filho Pródigo, um tema central da cultura cristã, em treze páginas de alta poesia.
Nas seções tradicionais, figuras impactantes e até surpreendentes: Em Jardim dos Clássicos, temos um conto do missionário escocês Robert Reid Kalley, pioneiro do evangelho em nossas terras e na lusofonia.
Em Hot Spots, uma seleção de frases de Henry Ward Beecher, prolífico autor com tão pouca bibliografia em língua portuguesa.
O Poeta em Destaque deste número — uma seção que sempre deu espaço a autores vivos — desta vez contempla um nosso irmão já na glória: O lusitano J. T. (João Tomaz) Parreira.
Amplitude ganhou uma nova seção, a Torre de Oração, que buscará apresentar, a cada número, significativas obras do gênero.
E as demais seções? Nossa Pharmacia apresenta textos de autosocorro imediato. Parlatorium continua sua insurgência contra a mediocridade, com frases de impacto e frescor criativo. Notas Culturais traz algumas notícias sobre a cena cultural cristã. Download apresenta três e-books gratuitos que merecem sua leitura, como a antologia que organizamos reunindo os 50 melhores poemas cristãos de Jorge de Lima.
O resto você sabe: Amplitude circula apenas em formato eletrônico, com periodicidade semestral — e é gratuita, para a glória de Deus.
Pegue seu café, seu chá, seu isotônico, água ou o que for, busque uma sombra — e boa leitura!
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